Não importa.
Há algum tempo eu percebi que as coisas realmente acabam. Algumas mudam. Outras continuam a ser como sempre foram.
E assim como o sábio Miyawaki Wataru diria; Pessoas têm um ideal, vivem por ele, e morrem por ele.
Eu tenho um Ideal – se é que tenho algo de verdade –; ele consiste em minha Felicidade, ou em uma Ilusão qualquer, o que dá na mesma.
Apenas na minha felicidade e na de mais ninguém.
Excessões são momentâneas, temporárias porque com o tempo as pessoas se excluem de sua vida e são substituídas por outras mais interessantes, ou não.
E pessoas. Pessoas são crituras curiosas, não vivem sozinhas, e nem acompanhadas, por mais agradáveis que estas sejam.
Elas traem, matam, amam, odeiam, etc. E pra mim todas essas coisas são inteiramente ruins. Sim, todas.
O ponto no qual quero chegar é a Decepção.
Decepção é o que nós temos quando qualquer coisa chega ao seu fim. Decepção explica toda a raiva, armagura, tristeza, depressão, desgraça.
É como um ciclo, um ciclo inalterável.
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